Sem padrinhos políticos, Maurício Coelho destaca apoio espontâneo em Mato Grosso

O candidato ao Governo de Mato Grosso pelo Mobiliza, Maurício Coelho, destacou o apoio espontâneo que sua candidatura vem recebendo e afirmou que o resultado alcançado nas pesquisas eleitorais demonstra que parte da população busca conhecer propostas diferentes para o Estado.
Segundo Maurício, embora os levantamentos indiquem uma variação entre 1% e 2% das intenções de voto, o percentual representa um número expressivo de mato-grossenses. Conforme o cálculo mencionado pelo candidato, 2% do eleitorado estadual corresponderia a aproximadamente 50 mil pessoas.
“Pode parecer pouco, mas estamos falando de cerca de 50 mil pessoas que estão votando em um projeto”, ressaltou.
Maurício Coelho afirmou que sua candidatura não conta com padrinhos políticos, lideranças tradicionais ou uma grande estrutura partidária. Para ele, os resultados alcançados até o momento demonstram que há eleitores interessados em uma campanha voltada à discussão de temas concretos, como orçamento público, Produto Interno Bruto (PIB) e medidas capazes de melhorar a vida da população.
“Eu não tenho nenhum padrinho político, não tenho nenhum cacique me apoiando. As pessoas que resolveram votar em mim estão escolhendo um candidato que se dispõe a falar de orçamento, de PIB, de números e do que pode ser mudado na vida delas”, declarou.
O candidato também agradeceu aos eleitores que já manifestaram apoio à sua candidatura e disse acreditar na mobilização espontânea como caminho para ampliar o alcance de suas propostas.
“Acredito que esses eleitores farão o trabalho de conversar com o irmão, com a mãe, com o tio e com o vizinho. Muita gente que poderia eventualmente ser nossa eleitora ainda não conhece o projeto e terá a oportunidade de conhecê-lo”, afirmou.
Revisão de incentivos e redução de impostos
Entre as propostas apresentadas, Maurício Coelho defendeu a revisão das renúncias fiscais concedidas pelo Governo de Mato Grosso. Segundo o candidato, dos R$ 15,6 bilhões destinados atualmente aos benefícios, seria possível reverter cerca de R$ 10 bilhões considerados desnecessários. Parte desses recursos seria utilizada para retirar o ICMS cobrado na conta de energia elétrica, reduzindo a tarifa em 17%. “Não existe desenvolvimento sustentável com energia cara. Precisamos retirar o peso do Estado das costas da população”, afirmou.
Maurício também propõe zerar o IPVA dos veículos flex e aplicar a alíquota mínima aos demais automóveis. De acordo com o candidato, a medida deixaria mais dinheiro disponível para as famílias, estimularia o consumo e contribuiria para reaquecer o comércio. Para ele, a política tributária estadual precisa beneficiar mais diretamente os trabalhadores e contemplar também profissionais urbanos, como jornalistas, médicos e integrantes de outras categorias.






