Fávaro alerta que conquistas do agro estão em jogo na disputa entre Lula e Flávio

Fávaro alerta que conquistas do agro estão em jogo na disputa entre Lula e Flávio
Divulgação

Os recordes de produção e exportação, a ampliação do crédito e os investimentos em ciência e tecnologia no campo estão no centro da defesa do senador Carlos Fávaro (PSD) pela reeleição do presidente Lula. Em vídeos sobre os avanços da agropecuária, o ex-ministro da Agricultura destacou as conquistas do setor no atual governo e questionou se Flávio Bolsonaro daria continuidade a iniciativas como a Embrapa na Baixada Cuiabana, o Solo Vivo e os incentivos aos biocombustíveis.

“Eu não tenho certeza que essa Embrapa Baixada Cuiabana e os avanços no campo vão continuar se o Flávio for presidente. Agora, com o Lula, sim, ele acredita na ciência, no progresso”, afirmou Fávaro. Para o senador, a escolha nas urnas também envolve o futuro das políticas que levam pesquisa, tecnologia e melhores condições de produção ao campo.

Ao abordar a Embrapa instalada em Nossa Senhora do Livramento, Fávaro destacou o potencial de transformar a pequena propriedade na Baixada Cuiabana, ampliando a produção de frutas, peixes e hortaliças. Citou a contribuição da empresa para o polo de fruticultura de Petrolina e Juazeiro, no Nordeste, e para o desenvolvimento agrícola da região de Sinop e da BR-163. Segundo ele, a unidade na Baixada representa uma oportunidade de levar essa transformação aos pequenos produtores e reduzir as desigualdades em Mato Grosso.

Sobre o Solo Vivo, o senador ressaltou o apoio direto aos assentados e agricultores familiares, com calcário, fosfato, diesel, máquinas e mão de obra para recuperar a fertilidade do solo e ampliar a produção. Fávaro falou tanto às famílias já beneficiadas quanto àquelas que aguardam a chegada do programa às suas propriedades e assentamentos. Questionou o compromisso de Flávio com a iniciativa e defendeu a continuidade e a ampliação do trabalho com Lula.

Na defesa da “Petrobras no campo”, Fávaro destacou os biocombustíveis como fonte de emprego, renda, estabilidade econômica e soberania. Comparou a redução da mistura de biodiesel no diesel de 13% para 10%, no governo Bolsonaro, com o avanço para 15% no governo Lula, e citou a ampliação do etanol na gasolina para 32%, além da retomada dos incentivos fiscais. Também criticou a declaração de Flávio de que o etanol prejudicaria os motores e contrapôs esse discurso à trajetória do combustível na geração de oportunidades para produtores e trabalhadores.

Ao concluir, Fávaro pediu voto em Lula e mobilização para a eleição de domingo. O senador incentivou os eleitores a conversar com amigos, vizinhos e familiares sobre os resultados dessas políticas e a importância de sua continuidade. Para ele, os próximos quatro anos devem ampliar o trabalho já iniciado, com mais ciência, recuperação de áreas e valorização da produção brasileira.

“Agora é hora de votar, de você fazer a sua parte e a gente continuar fazendo mais pelo Brasil, pelo Mato Grosso e pelo agro”, declarou.

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