Câmara realiza sessão solene em homenagem a professora “Amelinha”

Câmara realiza sessão solene em homenagem a professora “Amelinha”
Secom

A Câmara de Cuiabá homenageou na segunda-feira (17.07) a professora Amélia de Arruda Lobo, que foi conhecida como professora Amelinha, e faleceu em 1977, aos 78 anos. A homenagem partiu do vereador Rodrigo de Arruda e Sá (Cidadania).

O presidente da Câmara, vereador Chico 2000 (PL), a desembargadora Serly Marcondes Alves, procurador do estado Ubiratan Alves, engenheiro da Petrobras Ubirajara Alves, reverendo Nelson de Barros e Amélia Machado Lobo, sobrinha da homenageada, compuseram a Mesa de Honra.

O vereador Rodrigo de Arruda e Sá pediu ao presidente Chico 2000 para a Câmara reverter a injustiça que foi a mudança do nome na escola municipal no bairro Planalto, que levava o nome da professora Amelinha, mas que agora tem outra denominação. Ambos devem conversar sobre o tema com o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro.

De imediato, Chico 2000 garantiu que providências fossem tomadas para reverter à situação.

“Eu já encaminhei mensagem ao secretário de apoio legislativo determinando a ele que amanhã traga este processo injusto e covarde para que possamos revertê-lo. Tenho certeza que será revertido pelo amor ou pela dor”, garantiu o presidente.

Professora Amelinha

A homenageada Amélia Constança de Arruda Lobo nasceu em 19 de setembro de 1898, em Cuiabá. Filha de Francisco Arruda Lobo e Amélia Inocência de Oliveira. Casou-se com Alencastro Maria Alves em 24 de novembro de 1923, passando a assinar Amélia de Arruda Alves. Eles tiveram 8 filhos.

Foi professora primária de 1916 até depois de 1920 professora de Didática, História da Educação e Geografia do Brasil na Escola Normal Pedro Celestino, e professora de Geografia no Colégio Estadual de Mato Grosso, cargo em que se aposentou no ano de 1961. Dimensionando, assim, vasta atividade educacional à nossa nação.

Publicou quatro livros didáticos, escreveu também para os jornais O Mato Grosso, O Social Democrata, e para a revista A Violeta. Nessa revista publicou textos curtos em prosa literária, de teor romântico, além de artigos jornalísticos de assuntos diversos, contribuindo, assim, à dimensão da informação no Estado.

Em A Violeta além do nome real assinou sua produção como Solange, Aurora, Dolores, A. Lobo, Amelinha, e Amelinha Lobo.

A professora Amelinha Lobo ganhou o Concurso Literário com a Obra sobre a Geografia do Estado de Mato Grosso. Ela faleceu em 10 de fevereiro de 1977, em sua cidade natal, com 78 anos.

Astrogildo Aécio Nunes

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