Margareth Buzetti destaca força do trabalho e defende política nacional de creches

Em visita ao Shopping Popular de Cuiabá neste sábado (15.08), a candidata ao Senado, Margareth Buzetti, conversou com comerciantes e trabalhadores e destacou a força do empreendedorismo como uma das principais engrenagens da economia e da geração de renda no Brasil.
Empresária e com trajetória construída no setor produtivo, Margareth percorreu os corredores do centro comercial, ouviu demandas e ressaltou que quem empreende enfrenta diariamente desafios que vão da burocracia e da carga de obrigações à dificuldade de acesso a condições melhores para manter e ampliar seus negócios.
“Quem abre uma porta todos os dias, paga suas contas, gera emprego e tira o sustento da própria família sabe o tamanho da coragem que é empreender neste país. O poder público precisa parar de criar dificuldades e começar a facilitar a vida de quem trabalha e produz”, afirmou.

Margareth defendeu uma legislação mais simples e políticas que contribuam efetivamente para o pequeno e médio comerciante, com menos entraves, segurança para investir e condições para que os negócios possam crescer.
Durante a visita, a candidata também chamou atenção para uma realidade presente entre milhares de mulheres empreendedoras: a dificuldade de conciliar trabalho e maternidade. Entre as propostas defendidas por Margareth está a criação de uma política nacional de creches, ampliando o acesso a espaços seguros para que mães possam deixar seus filhos enquanto trabalham.
“Quantas mulheres querem trabalhar, empreender e conquistar sua independência, mas não têm com quem deixar seus filhos? Creche não é apenas uma política para a infância. É também uma política de emprego, renda e autonomia para as mulheres”, destacou.

Para Margareth, a experiência de quem vive o setor produtivo precisa estar mais presente na construção das leis.
“Eu sei o que é empreender, gerar emprego, pagar salário e enfrentar dificuldades para manter uma empresa funcionando. Precisamos de leis conectadas com a vida real, que deem oportunidade para as pessoas crescerem pelo próprio trabalho”, concluiu.
Luzinete Lopez, de 50 anos, maranhense, mãe e comerciante lembrou da época em que tudo era mais fácil. “Eu comecei a trabalhar com 10 anos de idade e nunca mais parei. Os tempos são outros. Hoje, não pode isso e aquilo, tudo é mais difícil, custa mais caro. Não é só a força do trabalho, é ter que lutar diariamente para manter as portas abertas, tirar daqui o sustento da família e vencer na educação dos filhos”.






