Vilmar Rigo repudia violência após confronto entre grupos políticos em Sinop

Vilmar Rigo repudia violência após confronto entre grupos políticos em Sinop
Divulgação

O candidato a deputado federal Vilmar Rigo (NOVO), o Bolsonaro da Shopee, número 3022, repudiou nesta quinta-feira (24) o confronto ocorrido durante ações de campanha realizadas na região central de Sinop, no Norte de Mato Grosso. Segundo Rigo, dois colaboradores de sua equipe foram envolvidos na confusão enquanto realizavam panfletagem no município. O episódio ocorreu na quarta-feira (23).

De acordo com o candidato, os dois colaboradores distribuíam material em calçadas e estabelecimentos comerciais quando foram abordados por integrantes de um grupo adversário numericamente maior. Rigo afirma que cerca de 15 pessoas estavam do outro lado.

“Meus colaboradores estavam a trabalho, no sol quente, fazendo uma simples panfletagem nas calçadas e nas lojas de Sinop. Eram duas pessoas diante de um grupo muito maior. É lamentável o que fizeram e, depois, ainda tentarem inverter a situação”, afirmou.

Vídeos divulgados após o episódio registram parte da confusão, com empurrões, tapas e puxões de cabelo. Para Vilmar, as imagens que circularam nas redes sociais mostram apenas momentos do confronto e não retratam toda a sequência de acontecimentos que antecedeu a briga.

O candidato contesta a narrativa divulgada por representantes da esquerda e afirma que seus colaboradores foram colocados injustamente na posição de agressores.

“A versão que estão tentando espalhar não corresponde ao que aconteceu. Falam como se duas pessoas tivessem partido para cima de um grupo inteiro. Basta olhar a situação: eram dois colaboradores nossos contra cerca de 15 ou 20 pessoas. Estão tentando se promover em cima da direita”, declarou.

Conforme o relato apresentado pela equipe de Vilmar Rigo, o conflito teria ganhado proporções maiores depois que o celular de uma colaboradora foi retirado de sua mão. Ao tentar recuperar o aparelho, ela teria sido cercada e agredida por integrantes do grupo adversário. O outro colaborador, segundo a campanha, entrou na confusão para intervir e também acabou envolvido nas agressões.

Rigo criticou ainda o fato de versões sobre o episódio terem ganhado repercussão antes que sua equipe fosse procurada para apresentar seu relato.

“Claro que a imprensa precisa ouvir todos os lados, mas começaram a divulgar uma versão sem nos procurar. Nós também temos o direito de mostrar o que aconteceu com nossos colaboradores”, disse.

Ao comentar o episódio, Vilmar reforçou que repudia qualquer tipo de violência durante o processo eleitoral e defendeu que divergências políticas sejam resolvidas por meio do debate.

“Repudiamos isso. Somos contra a violência. As pessoas precisam se respeitar, independentemente de lado político. Política deve ser feita apresentando ideias e propostas”, afirmou.

Vilmar disse ainda que pretende manter a campanha baseada no contato direto com os eleitores e na apresentação de propostas.

“Não é esse o tipo de política que queremos. Vamos continuar trabalhando, conversando com as pessoas e levando nossas propostas. Divergência política se resolve no debate e, principalmente, no voto”, concluiu.

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