Vídeo | Maysa defende renegociação de dívidas, mas pede que projeto não chegue à Câmara em ‘regime relâmpago’

Vídeo | Maysa defende renegociação de dívidas, mas pede que projeto não chegue à Câmara em ‘regime relâmpago’
Foto: Divulgação/Assessoria
Após o prefeito Abilio Brunini (PL) anunciar que a principal estratégia da Prefeitura de Cuiabá para reorganizar as contas e sair “do vermelho” será a negociação das dívidas, a vereadora Maysa Leão (Republicanos) pediu que o projeto de lei sobre a renegociação seja enviado fora do regime de urgência, para que o Legislativo tenha tempo hábil de analisá-lo.

A parlamentar ressaltou, no entanto, que é favorável à medida e que provavelmente votará a favor do parcelamento dos débitos, desde que tenha tempo suficiente para estudar a proposta e “votar com consciência”.

“Eu quero ter tempo. Espero que ele nos dê esse tempo para que possamos ler o projeto, estudá-lo e analisar sua viabilidade. É preciso parcelar. Quando uma pessoa está endividada, ela busca uma renegociação. Se isso não acontecer, Cuiabá nunca vai alcançar a nota B ou A no Tesouro Nacional, que é o grande objetivo para que a cidade volte a atrair investimentos. Mas precisamos de tempo para analisar e votar com consciência”, afirmou à imprensa nesta quinta-feira (10).

Maysa, que tem protagonizado recentes embates com o prefeito, já havia criticado o costume do gestor de enviar projetos à Câmara em regime de urgência, o que, segundo ela, compromete o debate. “É muito triste não termos a oportunidade de discutir os projetos, de analisar os pareceres com calma e de consultar nossas assessorias jurídicas”, declarou na semana passada.

Ela acrescentou que a Câmara já solicitou diversas vezes que o Executivo evite encaminhar projetos relevantes em regime de urgência, mas que os pedidos não têm sido atendidos.

Nesta quinta-feira (10), a vereadora complementou a crítica e esclareceu que exige muito tempo para analisar o projeto: “Se eu tiver 24 horas para analisar um projeto, eu já estou ok para votar”, explicou. Segundo ela, é comum que projetos enviados pelo Executivo cheguem aos parlamentares apenas uma hora antes da votação, o que inviabiliza uma análise responsável.

Na avaliação da parlamentar, caso o projeto seja enviado com antecedência, é possível que seja analisado e votado antes do recesso legislativo, previsto para ocorrer entre 17 de julho e 1 de agosto.

Veja o vídeo:

(Leiagora)

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