Polícia Civil prende jovem por armazenar material de abuso sexual infantil em Nova Mutum

Uma ação coordenada das forças de segurança estaduais resultou na retirada de circulação de mais um investigado por crimes graves cometidos na internet. A Polícia Civil confirmou o cumprimento de um mandado de prisão preventiva contra um jovem de 18 anos de idade nesta terça-feira (21) de julho de 2026, no município de Nova Mutum. A prisão ocorreu durante os desdobramentos da terceira fase da Operação CESI-MT, voltada ao combate ao armazenamento e compartilhamento de material de abuso e exploração sexual infantil.
A ofensiva digital reforça o cerco contra a pedofilia e o uso de redes cibernéticas para a manutenção e difusão de conteúdos ilícitos envolvendo crianças e adolescentes em Mato Grosso.
Busca em residência e perícia em eletrônicos fundamentaram pedido de prisão
De acordo com o histórico das apurações, o caso começou a ser rastreado após ferramentas de inteligência cibernética identificarem indícios do tráfego e armazenamento desse tipo de conteúdo em conexões no município. No início deste ano, policiais civis cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência do investigado, onde apreenderam diversos computadores, celulares e mídias digitais para varredura técnica.
Segundo a Polícia Civil, a investigação principal é conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI). A execução da ordem judicial de prisão preventiva em Nova Mutum contou com o suporte operacional dos policiais do Núcleo de Atendimento à Mulher e Vulneráveis da delegacia local.
Conforme informado pela corporação, durante a primeira fase de buscas realizada no mesmo endereço, outro homem já havia sido preso em flagrante ao ser flagrado guardando centenas de arquivos com material de exploração sexual infantojuvenil.
Os principais marcos investigativos da Operação CESI-MT foram compilados na tabela abaixo:

Justiça das Garantias decreta prisão de investigado por crimes cibernéticos
Os equipamentos eletrônicos recolhidos passaram por perícia criminal detalhada. O laudo técnico confirmou a presença dos arquivos ilícitos e forneceu provas robustas que sustentaram o pedido de prisão preventiva feito pelos delegados da DRCI.
A ordem de prisão foi expedida pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias (Polo Tangará da Serra) e devidamente cumprida pelas equipes em campo. A Polícia Civil informou que as apurações continuam para identificar a eventual participação de outros suspeitos ou redes de compartilhamento de arquivos. Para acompanhar operações de combate a crimes cibernéticos, prisões e ações de proteção à infância, acesse a página de notícias gerais de Mato Grosso.
Fonte: CenárioMT






