‘Máxima urgência será feita, mas sem afobação’, diz Júlio sobre votação de projeto dos consignados

‘Máxima urgência será feita, mas sem afobação’, diz Júlio sobre votação de projeto dos consignados
Foto: Tchélo Figueiredo/ OD

O vice-presidente da Assembleia Legislativa, Júlio Campos (União Brasil), afirmou que o projeto de lei anunciado pelo presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), conselheiro Sérgio Ricardo, sobre a regulamentação dos empréstimos consignados de servidores públicos será analisado com celeridade, mas sem precipitação.

Ele ainda destacou que há empresas atuando no setor que sequer são instituições bancárias, o que agrava o problema. Segundo o deputado, o projeto que será encaminhado pelo governo e Tribunal de Contas ainda nesta semana precisa ser amplamente debatido no parlamento antes de ser aprovado.

“Vai ter que ser estudado pela Comissão de Constituição e Justiça, e depois debatido no plenário. O máximo de urgência possível será feito, mas não pode ser de afogadilho, porque não sabemos se essa lei encaminhada será totalmente perfeita, satisfazendo as duas partes, a parte governamental e a parte do servidor público”, ressaltou.

Proposta

O presidente do TCE anunciou na última semana a elaboração de um projeto de lei que visa resolver um dos principais impasses enfrentados por servidores públicos, que são os descontos abusivos de empréstimos consignados em folha de pagamento.

Segundo o conselheiro, a proposta, construída em conjunto com o Governo do Estado, Assembleia Legislativa, Ministério Público e demais órgãos, estabelece um teto máximo de 35% para descontos e cria mecanismos de fiscalização.

Além disso, a matéria ainda propõe o fim da cobrança de uma taxa de até 7% sobre operações de crédito consignado e cartões consignados. O valor é repassado pelas instituições financeiras a um fundo estadual administrado pela Secretaria de Planejamento (Seplag).

(Olhar Direto)

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