Júlio vê perseguição a Bolsonaro e chama decisões do STF de draconianas: ‘o que estão fazendo com os ladrões do INSS?’

O deputado estadual Júlio Campos (União) afirmou que o Brasil vive uma “ditadura do Judiciário” e classificou como “draconiana” a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que impôs prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Ele disse que, apesar de ter vivenciado a ditadura militar, considera que o Supremo, hoje,
adota posturas excessivamente duras.
“Eu vivi no tempo da ditadura militar, com presidentes como Médici e Geisel, e fui governador na abertura política com João Figueiredo. Mas o nosso Supremo hoje está tomando decisões draconianas que não precisavam ser tomadas. Não vi razão para, imediatamente, decretar prisão domiciliar porque Bolsonaro atendeu uma ligação. Não havia proibição para isso na decisão anterior”, afirmou.
O deputado também acusou o STF de agir de forma seletiva e de punir de maneira desproporcional envolvidos nos atos de 8 de janeiro.
“O ministro Alexandre de Moraes tem sido muito duro, muito truculento com Bolsonaro e com manifestantes. Há pessoas idosas condenadas a 17 anos de prisão. E onde estão os ladrões do INSS, que roubaram R$ 90 bilhões? Onde estão os da Lava Jato, que já foram perdoados? Será que o Supremo não vê isso e só enxerga Bolsonaro?”, questionou.
Para Júlio, a medida não enfraquece a direita, mas reforça sua mobilização para 2026.
“A direita está mais forte. Somos mais de 50% do Brasil. Não somos radicais, mas uma direita consciente, com força para eleger o futuro presidente. Com Bolsonaro inelegível, temos que preparar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, para ser o nosso candidato”, disse.
(Olhar Direto)






