CEO do MT Dados vê eleição ao Governo aberta e tendência de 2º turno: Ninguém chegou no teto

O CEO do instituto de pesquisas MT Dados, Gonçalo de Barros, avalia que a eleição ao Governo segue aberta e que há uma tendência, caso o cenário se mantenha, de segundo turno. Em entrevista ao
, Gonçalo pondera que o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), mesmo que de forma lenta, tem mantido um crescimento consistente.
Apesar disso, Wellington Fagundes (PL) segue estável nos números e a médica Natasha Slhessarenko (PSD) também apresenta melhora na intenção de voto.
“Eu acho que ninguém está no teto. Eu acho que está em fase de evolução ainda, e são 15 dias de campanha pela frente do primeiro turno”, pondera, ressaltando que vai performar melhor aquele que conseguir levar com mais eficácia a mensagem que o povo deseja ouvir, mostrando opções para a melhora na qualidade de vida e do Estado.
Questionado sobre a estabilidade de Wellington, Gonçalo avalia que o senador vive uma encruzilhada política, em razão do racha interno do PL, e que isso acaba afetando seu desempenho durante a campanha. “Eu acredito que isso possa sim causar incômodo e, de repente, colocar uma limitação, pode atrapalhar uma caminhada de crescimento”.
Última pesquisa
Conforme a última rodada da pesquisa MT Dados, Pivetta tem 34% das intenções de voto e lidera a corrida ao Palácio Paiaguás. Ele aparece oito pontos percentuais à frente do principal adversário, o senador Wellington Fagundes (PL), que tem 26%.
A médica Natasha Slhessarenko (PSD), por sua vez, segue em terceiro lugar, com 14%. “Essa questão do segundo turno, ela é muito provável. Até por conta de que nós temos dois candidatos fortes em uma extremidade e um candidato em uma outra extremidade. Não tem como juntar as duas forças de uma única extremidade e ganhar a eleição no primeiro turno”.
Eleitor cansado
O CEO da MT Dados ressalta que nas pesquisas é possível ver também que o eleitor se mostra “cansado” e que, por isso, a disposição em ir às urnas deve ser um fator relevante na definição. “Essa eleição é atípica, as mudanças acontecem de forma lenta e o comportamento do eleitor é atípico”, opina Gonçalo, que vê uma eleição ainda aberta.
(Rdnews)







