Atuação de Nelson Barbudo abre caminho para investimentos em comunidade de agricultores familiares de Acorizal

A atuação do deputado federal Nelson Barbudo (Podemos-MT) contribuiu para a regularização da Associação de Moradores da Comunidade de Alexo e Baús, em Acorizal. Uuma conquista que, segundo ele, abre novas perspectivas para cerca de 140 famílias que vivem principalmente da agricultura familiar.
A regularização representa uma mudança importante para a comunidade. Com a associação formalmente habilitada, “os produtores passam a ter condições de buscar programas e projetos governamentais, financiamentos, parcerias, equipamentos e cursos de capacitação que antes encontravam obstáculos pela falta da documentação necessária”.
Uma das primeiras ações previstas a partir dessa nova condição, de acordo com o parlamentar, é a contratação de uma patrulha mecanizada, que poderá auxiliar os agricultores no preparo do solo e em outros serviços necessários à produção.
Para Barbudo, o objetivo é que a organização dos produtores permita avançar muito além da aquisição de máquinas. A perspectiva é criar condições para que a comunidade possa aumentar a produção, organizar a comercialização e, progressivamente, agregar valor ao que é produzido pelas próprias famílias.
A proposta de médio prazo é apoiar a transformação da comunidade em um núcleo de agroindustrialização da produção local. “Em vez de comercializar apenas a matéria-prima, os agricultores poderão avançar para o beneficiamento e processamento dos produtos, aumentando o valor da produção e criando novas oportunidades de renda e trabalho dentro da própria comunidade” – disse o deputado.
Defensor do fortalecimento da agricultura familiar, Nelson Barbudo disse que seguirá buscando a regularização das entidades em todo Mato Grosso para que passa por oferecer instrumentos para que o pequeno produtor consiga produzir melhor, de modo a avançar na cadeia produtiva.
“A agricultura familiar tem uma importância enorme para Mato Grosso. É gente que trabalha com a família, que tira o sustento da terra, que produz alimento e movimenta a economia das pequenas comunidades. Muitas vezes, o que falta não é disposição para trabalhar. Falta uma máquina, acesso ao crédito, assistência e oportunidade para crescer. É aí que o poder público precisa chegar” – ele afirmou.






